Quem quer ser um milionário?
quarta-feira, 13 de maio de 2009
às
16:31
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Tiago Espindola
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O que você está fazendo?
segunda-feira, 27 de abril de 2009
às
22:04
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Tiago Espindola
A pergunta formulada acima é a essência deste site de relacionamentos que vem somando adeptos por todo o planeta. E se realmente existe vida lá fora, é bem provável que os seres extra-terrenos também utilizem o twitter.A proposta do twitter é conectar as pessoas. "O que você está fazendo?" É a pergunta mais comum que fazemos a um amigo ou parente. Mesmo que a resposta seja algo banal como: "estou amarrando o sapato" ou até mesmo se já sabemos a resposta, o simples fato de perguntar e ser respondido, nos aproxima, nos deixa ligado à vida delas. O real interesse não são os grandes projetos da sua vida como a montanha que escalou na última viagem ou, quantos metros de profundidade você mergulhou no Caribe, e sim as pequenas frivolidades do cotidiano alheio.
O usuário pode atualizar suas atividades do twiter minuto a minuto se quiser, desde que cada mensagem não ultrapasse o teto de 140 caracteres. Cada um possui uma página onde pode acompanhar as atualizações dos amigos que decidiu ser um "seguidor". E assim, quando você envia uma atualização, aparece na página de cada um de seus amigos que são seus "seguidores".
Existem várias formas de escrever. Via mensagens de texto do próprio celular. De programas de mensagens instantâneas como o MSN Messenger ou até mesmo de outros sites de relacionamentos como o orkut.
Então, o que você está fazendo?
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Jornalismo da "Era Web"
sexta-feira, 3 de abril de 2009
às
12:46
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Tiago Espindola

Quando estudamos História, especificamente sobre como foi a evolução do nosso planeta, aprendemos que ela foi dividida em "eras". Um determinado período de tempo correspondente a uma série de acontecimentos. E na História do Jornalismo, também existem eras.
A Jornalista Pollyana Ferrari faz parte do início dessa Era do "Jornalismo Web", ou jornalismo online. A aproximadamente 10 anos atrás, ela estava na revista Época quando foi sentido pela primeira vez no Brasil o "crossover de mídias" com a publicação da reportagem de capa: "Leia e Ouça". Mas, diferente de qualquer uma das Eras do nosso planeta em que, a evolução aconteceu no sentido de progressão, Pollyana avalia que o jornalismo online regrediu, ou seja, esta nova Era, que parecia tão promissora, poderia ter sido muito mais. Apesar de muitos avanços realizados.
A jornalista aponta como um bom exemplo deste avanço o que a Globo.com tem feito ao Digitalizar todo seu acervo e oferecendo conteúdo hipermidiático no G1.
Ela acredita que este é um bom caminho a ser seguido, mas na prática ainda representa muito pouco.
Ferrari alerta que para o jornalista atender a demanda exigida do seu leitor online, ele precisa de mais conhecimento sobre mídias, linguagem de programação, webdesigner, amplo conhecimento da rede mundial, entre outros muito requisitados para a nova tarefa online. Além é claro das competências já inerentes à profissão. E ainda acrescenta que não é possível apenas ter um conhecimento superficial, é preciso entender mesmo.
Leia também Jornalista Multimídia.
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Faculdade Estácio e a Reforma Ortográfica
terça-feira, 31 de março de 2009
às
11:38
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Tiago Espindola

A Reforma Ortográfica da língua portuguesa foi apresentada aos alunos e professores da Faculdade Estácio de Sá através de palestra realizada na noite do dia 23 de março.
A palestra foi ministrada pela professora Tailze, que compõe o corpo de professores da faculdade e teve por objetivo apresentar as mudanças ocorridas em função do acordo ortográfico, e explicar cada uma delas. A apresentação foi expositiva e muito elucidativa pois foram expostos diversos exemplos de cada uma das regras estabelecidas com a reforma ortográfica.Para saber mais sobre o que mudou com a Reforma Ortográfica, clique aqui
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"Brasileiros Barrigudos"
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
às
21:11
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Tiago Espindola
"A 'barriga' no Brasil, ou é adquirida ou usada como instrumento de manipulação..."
Quem já não ouviu alguma história sobre pelo menos um conhecido, que sua namorada, noiva, esposa ou amante, engravidou apenas para "segurá-lo"? Mesmo que a tal gravidez não fosse real. Alguém? Esta história já rodou o mundo e com certeza conhecem tal tática na Suíça, como pode ser constatado em notícia no site G1 pertencente a Rede Globo. Nesta mesma notícia, um dos mais conceituados jornais da Europa, o "Neue Zürcher Zeitung", ainda critica nossa imprensa dizendo que tem hábito de "inventar" fatos e acusações que já destruíram vidas de outras pessoas. Oras, fiquei pasmo. Isso aqui no Brasil? Na terra da Paula Oliveira? Na terra da Escola Base? Eu, óbviamente estou sendo sarcástico, mas o site da Globo, realmente ficou indignado. Sabe-se lá com que razão.
No caso de Paula Oliveira, foi a própria Rede Globo quem armou o circo. E em âmbito internacional. Envolvendo governos. Causando constragimentos. Principalmente para o nosso, que cobrava uma resolução do governo Suiço para o caso "hediondo" relatado aqui em terras tupiniquins. E lamentavelmente, é bem provável que seja, ou um "golpe da barriga" da moça, ou ela sofre de algum distúrbio mental sério. Mas parece que, investigar, não cabe ao papel da imprensa. Pelo menos não, na cartilha da Globo.
Mas não só de "barrigas" trágicas como as duas citadas acima que vive nossa imprensa séria. Uma delas é curiosa e cômica, o Caso Boimate foi engolido pela revista Veja em 1983. 

Outro célebre é a do Mico-Leão-Prateado que coube ao Correio Braziliense publicar na década de 90. Recebeu um release em que o telefone pra informações era do "Disk Piadas" de Brasília e a Bióloga responsável pela descoberta chamava-se "Isa Joke". Sugestivo não é? Não prestaram atenção e publicaram assim mesmo.
Mas, brasileiros vem sendo alvo pelo mundo afora não só por sua incompetência jornalística ou por casos complicados como o de Paula na Suíça.
Um dos casos que parece não ter fim é com a Espanha. A pouco mais de uma mês 8 brasileiros foram barrados no aeroporto em Madri e mandados de volta. A desculpa foi que eles não tinham a documentação adequada. Mas, ao que consta, alguns tinham.
E também no mês passado o cantor e compositor Guinga, relata ter sido agredido pela polícia espanhola no aeroporto após ter relatado o roubo de seu casaco que também continha dinheiro para viagem.
Para estes tipos de assuntos a imprensa deveria fazer um verdadeiro estardalhaço em seus principais programas jornalísticos. Dedicar vários minutos, ou até mesmo, realizar um "especial" cobrando uma resolução sobre isso. Entrar de peito e alma. Pois o importante mesmo, é só não entrar de "barriga".
Confiram reportagem e depoimento do cantor Guinga
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